Eu desço do Céu

Sem Título“Desci do céu, faz seten

ta e três anos, nesta Cova da Iria, para indicar-vos o caminho a percorrer no decurso deste vosso difícil século.
Os acontecimentos tão dolorosos, que se sucederam, desenrolaram-se dando plena realização às palavras da minha profecia.
-A humanidade não acolheu o meu materno convite para retornar ao Senhor, pela estrada da conversão do coração e da vida, da oração e da penitência.

Assim, conheceu os anos terríveis da segunda guerra mundial, que acarretou dezenas de milhões de mortes, vastas destruições de povos e nações.
-A Rússia não Me foi consagrada pelo Papa, com todos os Bispos, e assim não recebeu a graça da conversão e difundiu os seus erros por todas as partes do mundo, provocando guerras, violências, revoluções sangrentas, perseguições à Igreja e ao Santo Padre.
-Satanás foi o dominador incontestado dos acontecimentos deste vosso século, levando a humanidade inteira à rejeição a Deus e a sua Lei de amor, difundindo por toda parte divisão e ódio, imoralidade e maldade, e fazendo legitimar em toda parte o divórcio, o aborto, a obscenidade e a homossexualidade, o recurso a todos os meios para impedir a vida.

Agora iniciais o último decénio deste vosso século.
Eu desço do céu para que os últimos segredos vos sejam revelados e para que Eu possa preparar-vos a tudo quanto agora deveis viver para a purificação da terra.
O meu terceiro segredo, que aqui dei a conhecer às três crianças a quem apareci, e que até agora ainda não vos foi revelado, tornar-se-á manifesto a todos pelo próprio desenrolar dos acontecimentos.

A Igreja conhecerá a hora de sua maior apostasia, o homem iníquo introduzir-se-á no seu interior e sentar-se-á no próprio Templo de Deus, enquanto o pequeno resto, que permanecerá fiel, será submetido às maiores provas e perseguições.
A humanidade viverá o momento do seu grande castigo e será assim preparada a receber o Senhor Jesus que voltará a vós na glória .
Por isso, sobretudo hoje, Eu desço ainda do céu, por meio das minhas numerosas aparições, das mensagens que vos dou e desta extraordinária Obra do meu Movimento Sacerdotal Mariano, para dispor-vos a viver os acontecimentos que já estão por cumprir-se, para conduzir-vos pela mão para percorrer a parte mais difícil e dolorosa deste vosso segundo advento, e para preparar as mentes e os corações de todos para receber Jesus no momento já próximo do seu glorioso retorno.” 13 de Maio de 1990 – Fátima.

3 de Junho de 1990 – Vacallo (Suiça)

O tempo do Espírito Santo
“No Cenáculo do meu Coração Imaculado, filhos predilectos, invocais hoje, junto com vossa Mãe Celeste, o Dom do Espírito Santo.
-“Vinde Espírito Santo, vinde pela poderosa intercessão do Imaculado Coração de Maria, vossa amadíssima Esposa.”

Repeti frequentemente esta invocação.
Que ela se torne a vossa oração habitual durante estes anos que ainda vos separam do grande Jubileu do ano 2000, enquanto viveis os tempos conclusivos deste segundo advento.
Vós vos aproximais do momento em que se cumprirá o grande prodígio do segundo Pentecostes.
Somente o Espírito de Amor pode renovar o mundo todo.
Somente o Espírito de Amor pode formar os novos céus e a nova terra.
Somente o Espírito de Amor pode preparar os corações, as almas, a Igreja e toda a humanidade para receber Jesus, que retornará a vós na glória.
Por isso, entrais nos tempos em que será sempre mais forte a divina acção do Espírito Santo.
Nestes tempos, o Espírito Santo tem a tarefa de levar-vos à realização do Desígnio do Pai Celeste, na perfeita e universal glorificação de seu Filho Jesus Cristo.
Assim, o Espírito Santo cumpre a sua divina missão de dar pleno testemunho do Filho e conduzir-vos-á à compreensão de toda a Verdade.
O Espírito Santo tem a tarefa de tornar-vos hoje corajosas testemunhas da Verdade e de levar-vos a um testemunho heróico de fé em Jesus.
O Espírito Santo tem a tarefa de iluminar as vossas almas com a Luz da Graça divina e de conduzir-vos pelo caminho da santidade.
Por isso derrama sobre vós os seus santos Dons, dando assim vigor e crescimento às virtudes teologais e morais, que transformam a vossa vida naquele jardim florido, em que a Santíssima Trindade estabelece a sua morada.
O Espírito Santo tem a tarefa de formar os vossos corações na perfeição do amor, e assim queimar em vós toda forma de egoísmo e vos purifica no cadinho de inumeráveis sofrimentos.
O Espírito Santo tem a tarefa de levar a Igreja ao seu maior esplendor, para que assim se torne toda bela, sem manchas e sem ruga, à imitação de vossa Mãe Celeste, e possa difundir a Luz de Cristo para todas as nações da terra.
O Espírito Santo tem a tarefa de transformar toda a humanidade e de renovar a face da terra, para que ela se torne um novo Paraíso terrestre, em que Deus seja por todos desfrutado, amado e glorificado.
O Espírito Santo abre e fecha as portas do segundo Advento.
Por isso, todo período do segundo Advento, que estais vivendo, é o tempo do Espírito Santo.
Viveis no seu tempo.
Convido-vos a multiplicar em toda parte os Cenáculos de oração comigo.
Toda a Igreja deve entrar no Cenáculo espiritual do meu Coração Imaculado e recolher-se em incessante oração com a vossa Mãe Celeste.
Porque o meu Coração Imaculado é a porta de ouro pela qual passa o Espírito Santo para chegar até vós e levar-vos ao segundo Pentecostes”.

Nossa Senhora ensina , no Movimento Sacerdotal Mariano, (Pe. Stefano Gobbi), Apocalipse, um livro da Bíblia. (algumas passagens ).

6 de Maio de 1989, Sant Omero, Teramo.
As duas asas da grande águia.

“Meus filhos predilectos hoje me venerais de maneira especial, no primeiro sábado deste mês de Maio, que é por vós particularmente dedicado a Mim.
Reuni-vos em cenáculo de fraternidade e de oração coma vossa Mãe Celeste.
Quanto conforto dais à minha profunda dor; quanta alegria trazei ao meu Coração Imaculado!
Porque, por meio de vós que me respondestes, a devoção para comigo já está reflorescendo em toda a Igreja.
Assim Eu posso exercer nestes, vossos tempos, o grande poder que me foi dado pela Santíssima Trindade, para tornar inofensivo o ataque que o meu adversário, o dragão vermelho, desencadeou contra Mim, vomitando de sua boca um rio de águas para me submergir.
O rio de águas é formado pelo conjunto de todas as novas doutrinas teológicas, que tentaram obscurecer a figura da vossa Mãe Celeste, negar os meus privilégios, redimensionar a devoção para comigo, e por em ridículo todos os meus devotos.
Por causa destes ataques do dragão, nestes anos, a piedade para comigo foi diminuindo entre muitos fiéis e, em alguns lugares, desapareceu completamente.
Mais em socorro da Vossa Mãe Celeste vieram as duas asas da grande Águia.
A grande Águia é a palavra de Deus, sobretudo a palavra contida no Evangelho do Meu Filho Jesus.

Entre os quatro Evangelhos, a Águia indica o de S. João, porque é o que voa mais alto de todos, entra no próprio coração da Santíssima Trindade, afirmando, com força, a divindade, a eternidade e a consubstancialidade do Verbo e a divindade de Jesus Cristo.
As duas asas da Águia são a palavra de Deus acolhida, amada e guardada com fé e a palavra de Deus vivida com a Graça e a caridade.
As duas asa da fé e da caridade – isto é, da Palavra de Deus por Mim acolhida e vivida – permitiram-Me voar acima do Rio de águas de todos os ataques movidos contra Mim, porque manifestaram ao mundo a minha verdadeira grandeza.
Em seguida procurei o meu refúgio no deserto.
O deserto, no qual estabeleci a minha habitual morada, é formado pelo coração e pela alma de todos os filhos que me acolhem, me escutam, entregam-se completamente a Mim e consagram-se ao meu Coração Imaculado.
No deserto no qual me encontro, hoje, eu opero os meus maiores prodígios.

Opero-os no coração e na alma, isto é, na vida de todas as minhas crianças mais pequeninas.
Assim conduzo-os a seguir-Me pela estrada da fé e da caridade, fazendo-os acolher, amar e guardar a Palavra de Deus e ajudando-os a vivê-la todos os dias com coerência e com coragem.
No silêncio e no escondimento, isto é, no deserto no qual me encontro, opero fortemente para que os filhos a Mim consagrados creiam hoje no Evangelho, deixem-se guiar somente pela sabedoria do Evangelho, sejam sempre Evangelho vivido.
Eis a missão que Eu preparei para o exército, que formei em toda a parte do mundo, com o meu MOVIMENTO SACERDOTAL MARIANO: deixar-se transportar comigo sobre as duas asas da Grande Águia, isto é, da fé e da caridade, acolhendo com amor e vivendo, nestes vossos tempos, somente a Palavra de Deus.

Os grandes prodígios que Eu hoje realizo, no deserto onde me encontro, são os de transformar completamente a vida dos meus pequenos filhos, para que se tornem corajosas testemunhas de fé e luminosos exemplos de santidade.
Desta maneira no silêncio e no escondimento, todos os dias preparo a minha grande vitória sobre o dragão, no triunfo do meu Coração Imaculado no mundo”.

14 de Maio de 1989, Santuário de Tindari, Sicília, Festa de Pentecostes).

O ENORME DRAGÃO VERMELHO.

“Hoje, filhos predilectos, adorais e invocais o Espírito Santo, que no Pentecostes desceu sobre os apóstolos e os discípulos reunidos reunidos comigo no Cenáculo de Jerusalém.

Vós o invocais ainda nestes vossos tempos, com confiança e com perseverança, reunidos comigo nos Cenáculos de oração, que já se difundiram em todas as partes da terra.
Com o meu Movimento Sacerdotal Mariano convido hoje todos os filhos da Igreja a reunirem-se em Cenáculo perene de oração comigo, vossa Mãe Celeste.
Convido todos os Bispos, os Sacerdotes, os Religiosos e os fiéis.
O meu Coração Imaculado é o local deste novo, e universal Cenáculo.
Deveis entrar nele com o vosso acto de consagração, que vos entrega a Mim para sempre, a fim de que Eu possa unir a minha voz às vossas no invocar sobre a Igreja e toda a humanidade  o Dom de um Segundo Pentecostes.
Só o Espírito do Senhor pode reconduzir a humanidade à perfeita glorificação de Deus.
Só o Espírito do Senhor pode renovar a Igreja com o esplendor da sua unidade e da sua santidade.
Só o Espírito do Senhor pode vencer a potência e a força vitoriosa do enorme dragão vermelho, que, neste vosso século, se desencadeou por toda parte, de maneira terrível, para seduzir e esmagar toda a humanidade.

O enorme dragão vermelho é o comunismo ateu que difundiu em toda a parte o erro da negação e da obstinada recusa de Deus.
O enorme dragão vermelho é o ateísmo marxista, que se apresenta com dez chifres, isto é, com a potência de seus meios de comunicação, para conduzir a humanidade a desobedecer aos dez mandamentos de Deus, e com sete cabeças, tendo sobre cada uma delas um diadema, sinal de poder e realeza.  As cabeças coroadas indicam as nações nas quais o comunismo ateu se estabeleceu e domina com a força do seu poder ideológico, político e militar.

A enormidade do dragão manifesta claramente a vastidão das terras ocupadas pelo domínio incontestado do ateísmo comunista.
A sua cor vermelha, porque usa a guerra e o sangue como instrumento das suas numerosas conquistas.
O enorme dragão vermelho, conseguiu, nestes anos, conquistar a humanidade com o erro do ateísmo teórico ou prático, que já seduziu todas as nações da terra.
Conseguiu-se assim construir uma nova civilização sem Deus, materialista, egoísta, hedonista, árida e fria, que traz em si os germes da corrupção e da morte.
O enorme dragão vermelho tem a missão diabólica de subtrair toda a humanidade do domínio de Deus, da glorificação da Santíssima Trindade, da plena actuação do desígnio do Pai que, por meio de Filho a criou para sua glória.

O Senhor me revestiu da sua luz e o Espírito Santo me revestiu da sua potência, assim Eu apareço como um grande sinal no céu, Mulher vestida de sol, porque tenho a missão de subtrair a humanidade do domínio do enorme dragão vermelho e reconduzi-la toda à perfeita glorificação da Santíssima Trindade.

Por isso Eu formo, para mim, o exército dos meus filhos mais pequenos, em todas as partes do mundo, peço-lhes que se consagrem ao meu Coração Imaculado. Assim, os conduzo a viver somente para a glória de Deus, por meio da fé e da caridade, e os cultivo, Eu mesma, zelosamente, no meu celeste jardim.

Então, todos os dias Eu me apresento diante do trono do meu Senhor numa atitude de profunda adoração, abro a porta de ouro do meu Coração Imaculado e ofereço nos meus braços todos estes meus filhos dizendo: – “Santíssima e divina Trindade, no momento da vossa universal negação, Eu vos apresento a homenagem da minha materna reparação, por meio de todos estes meus pequeninos que cada dia formo para a vossa maior glorificação”.
Assim, ainda hoje, o Senhor, da boca das crianças e dos Lactantes, recebe o seu louvor perfeito”.

3 de Junho de 1989, Milão ( 1º sábado e festa do Coração Imaculado de Maria)

A BESTA SEMELHANTE A UMA PANTERA.

“Filhos predilectos, hoje vos reunis nos Cenáculos de oração, para celebrar a festa do Coração Imaculado da vossa Mãe Celeste.
Eu vos chamei de todas as partes do mundo para consagrar-vos ao meu Coração Imaculado, e vós respondestes com amor filial e com generosidade.
Já formei para mim o meu exército, com os filhos que acolheram o meu convite e escutaram a minha voz.

Chegou o tempo em que o meu Coração Imaculado deve ser glorificado pela Igreja e por toda a humanidade.
Porque, nestes tempos da apostasia, da purificação e da grande tribulação, o meu Coração Imaculado é o único refúgio e o caminho que vos conduz até Deus da salvação e da paz.
Sobretudo, o meu Coração Imaculado torna-se hoje o sinal da minha segunda vitória, na grande luta que se combate entre os sequazes do enorme dragão vermelho e os sequazes da Mulher vestida de sol.

Nesta terrível luta saiu do mar, para ajudar o dragão, uma besta semelhante a uma pantera.
Se o dragão vermelho é o ateísmo marxista, a besta negra é a maçonaria.
O dragão se manifesta no vigor da sua potência; a besta negra ao contrário, age na sombra, se esconde, se oculta, de modo a entrar em toda parte.
Ela tem as patas de urso e a boca de um leão, porque opera em todo lugar com os meios de comunicação social, isto é, a propaganda.

As sete cabeças indicam as várias lojas maçónicas, que agem em toda a parte de maneira traiçoeira e perigosa.
Esta besta negra tem dez chifres e sobre os chifres dez diademas, que são sinais de domínio e de realeza.
A maçonaria domina e governa todo o mundo por meio dos dez chifres.
O chifre, no mundo bíblico, foi sempre um instrumento de amplificação, um modo de fazer a própria voz ser ouvida mais alto, um forte meio de comunicação.
Por isso, Deus comunicou a sua Vontade ao seu povo por meio de dez chifres que tornaram a sua lei conhecida: os dez mandamentos.
Quem os acolhe e os observa na vida sobre a estrada da divina Vontade, da alegria e da paz.

Quem faz a vontade do Pai, acolhe a palavra do Filho e participa da redenção consumada por Ele. Jesus dá às almas, a própria vida divina, através da graça, que Ele nos mereceu com o seu sacrifício consumado no calvário.
A graça da redenção é comunicada por meio dos sete sacramentos.
Com a graça se inserem-se na alma germes de vida sobrenatural que são as virtudes. Entre essas as mais importantes são as três virtudes teologais e as quatro cardinais: fé, esperança, caridade, prudência, fortaleza, justiça e temperança. Ao sol divino dos sete dons do Espírito Santo, estas virtudes germinam, crescem, se desenvolvem cada vez mais e assim conduzem as almas pelo caminho luminoso do amor e da santidade.

A tarefa da besta negra, isto é, da maçonaria, é a de combater de maneira traiçoeira, mas tenaz, para impedir as almas de percorrer esta estrada, indicada pelo Pai e pelo Filho e iluminada pelos dons do Espírito Santo.
De facto, dr o dragão vermelho age para levar toda a humanidade a desprezar a Deus, à negação de Deus e portanto difunde o erro do ateísmo, o intuito da maçonaria não é o de negar a Deus, mas de BLASFEMÁ-LO.
A besta abre a boca para proferir blasfémias contra Deus, para blasfemar o seu nome e a sua morada, contra todos os que habitam no Céu.
A blasfémia maior de todas é a de negar o culto devido a só Deus para dá-lo às criaturas e ao próprio satanás.

Eis porque, nestes tempos, por trás da perversa acção da maçonaria, difundem-se, por toda a parte, as missas negras e o culto satânico.
Além disso, a maçonaria age, com todos os meios, para impedir que as almas se salvem e assim quer tornar vã a obra da redenção consumada por Cristo.
Se o Senhor comunicou a sua lei com os dez mandamentos, a maçonaria difunde por toda a parte, com a potência dos seus dez chifres, uma lei que é completamente oposta à Deus.

Ao mandamento do Senhor: -“Não terás outro Deus além de Mim”–  ela constrói outros falsos ídolos, diante dos quais hoje muitos se prostram em adoração.
Ao mandamento:– “Não invocar o nome de Deus em vão”– ela se opõe blasfemando Deus e o seu Cristo, de tantos modos enganosos e diabólicos, até a reduzir o seu nome a uma marca comercial indecorosa e a fazer filmes sacrílegos sobre sua vida e sobre sua divina pessoa.
O mandamento: –“Lembra-te de santificar as festas” — ela transforma o domingo em “week-end”, no dia do esporte, das corridas, dos divertimentos.
O mandamento:–“Honrar pai e mãe”—ela contrapõe um modelo novo de família fundado sobre a convivência, até mesmo entre homossexuais.
Ao mandamento:— “Não cometer actos impuros”—- ela justifica, exalta e faz propaganda de todas as formas de impureza, até a justificação dos actos contra a natureza.
Ao mandamento:– “Não matar”— ela conseguiu legitimar, em toda a parte, o aborto, a fazer acolher a eutanásia, fazer quase desaparecer o respeito devido ao valor da vida humana.
Ao mandamento: —” Não roubar”— ela trabalha para que cada vez mais se difunda os furtos, a violência, os sequestros e os roubos.
Ao mandamento:—“Não levantar falso testemunho”—-ela age para que se propague cada vez mais a lei do engano, da mentira, da falsidade.
Ao mandamento:— ” Não desejar as coisas e a mulher do próximo”—- age para corromper profundamente a consciência, enganando a mente e o coração do homem.
Desta maneira as almas são incitadas no caminho perverso e mau da desobediência à lei do Senhor, são submersas no pecado e assim são impedidas de receber o dom da graça e da vida de Deus.

Às sete virtudes teologais e cardeais, que são o fruto do viver na graça de Deus, a maçonaria opõe a difusão dos SETE VÍCIOS CAPITAIS, que são o fruto do viver habitualmente em estado de pecado.

À fé ela se opõe a soberba; à esperança a luxúria; à caridade a avareza; à prudência a ira; à fortaleza a preguiça; à justiça a inveja; à temperança a gula.
Aquele que se torna vítima dos sete vícios capitais é gradualmente conduzido a tirar de Deus o culto que somente a Ele é devido, para dá-lo a falsas divindades, que são a própria personificação de todos esses vícios.
E nisto consiste a maior e mais horrível blasfémia.
Eis porque sobre cada cabeça da besta está escrito um título blasfemo.
Cada loja maçónica tem a tarefa de fazer adorar uma divindade diferente.
A primeira cabeça leva o título blasfemo da soberba, que se opõe à virtude da fé, e conduz a prestar o culto ao deus da razão humana e do orgulho, da técnica e do progresso.
A segunda cabeça leva o título blasfemo da luxúria, que se opõe à virtude da esperança, e conduz a prestar o culto ao deus da sensualidade e da impureza.
A terceira cabeça leva o título blasfemo da avareza, que se opõe à virtude da caridade, difundindo em toda a parte o culto ao deus dinheiro.
A quarta cabeça leva o título da ira, que se opõe à virtude da prudência, e conduz a prestar o culto ao deus da discórdia e da divisão.
A quinta cabeça leva o título blasfemo da preguiça, que se opõe à virtude da fortaleza, difundindo o culto ao ídolo do medo, da opinião pública e da exploração.
A sexta cabeça leva o título blasfemo da inveja, que se opõe à virtude da justiça, e leva a prestar culto ao ídolo da violência e da guerra.
A sétima cabeça leva o título blasfemo da gula, que se opõe à virtude da temperança, e conduz a prestar o culto ao ídolo tão exaltado do hedonismo, do materialismo e do prazer.

A tarefa das lojas macónicas é a de operar hoje, com grande astúcia, para levar por toda a parte a humanidade a desprezar a santa lei de Deus, a operar em aberta oposição aos dez mandamentos, a subtrair o culto devido ao único Deus, para dá-lo a falsos ídolos, que são exaltados e adorados por um número cada vez maior de homens: a razão; a carne ; o dinheiro; a discórdia; o domínio; a violência; o prazer.
Assim as almas são precipitadas na tenebrosa escravidão do mal, do vício e do pecado, e no momento da morte e do juízo de Deus, no pântano do fogo eterno que é o inferno.

Agora compreendeis como, nestes tempos, contra o terrível e insidioso ataque da besta negra, isto é, da maçonaria, o meu Coração Imaculado se torna o vosso refúgio e a estrada segura que nos leva a Deus.
No meu Coração Imaculado se delineia as tácticas usada pela vossa Mãe Celeste para contra atacar e vencer a enganosa trama usada pela besta negra.
Por isso formo todos os meus filhos a observar os dez mandamentos de Deus; a viver à letra o Evangelho; a usar com frequência os sacramentos, especialmente os da penitência e comunhão eucarística, como ajuda necessária para conservar-se na graça de Deus; a exercitar de maneira forte as virtudes, caminhar sempre na estrada do bem, do amor, e da pureza e da santidade.

Assim sirvo-Me de vós, meus pequenos filhos que a mim vos consagrastes, para desmascarar todas essas insídias enganosas que a besta negra vos arma e tornar enfim vão o grande ataque que a maçonaria desfechou hoje contra Cristo e a sua Igreja.
E por fim, sobretudo na sua maior derrota, aparecerá, em todo o seu esplendor, o triunfo do meu Coração Imaculado no mundo”.
13 de Junho de1989, Dongo, Como ( Aniversário da segunda aparição em Fátima)

A besta semelhante a um cordeiro

“Filhos  predilectos, recordais hoje a minha segunda aparição, ocorrida na pobre Cova da Iria em Fátima, em 13 de Junho de 1817.
Já desde então Eu vos predisse o que estais vivendo nestes tempos.
Anunciei-vos a grande luta entre Mim, Mulher vestida de sol, e o enorme dragão vermelho, que levou a humanidade a viver sem Deus.
Eu vos predisse também o trabalho enganoso e tenebroso, executado pela maçonaria, para afastar-vos da observância da lei de Deus e tornar-vos assim vítima dos pecados e dos vícios.
Sobretudo, como Mãe, vos quis advertir do grande perigo que ameaça hoje a igreja, devido aos muitos e diabólicos ataques que se desferem contra Ela para destruí-la.
Para conseguir este fim, à besta negra que sobe do mar, vem da terra em auxílio, uma besta com 2 chifres semelhantes aos de um cordeiro.
O cordeiro, na divina Escritura, sempre foi o símbolo do sacrifício.

Na noite do êxodo, foi sacrificado o cordeiro e, com o seu sangue, foram aspergidos os umbrais  das casas dos hebreus para subtrai-los ao castigo, que ao contrário, golpeou todos os egípcios.
A Páscoa hebraica recorda este fato todos os anos, com a imolação de um cordeiro, que é sacrificado e consumido.
Sobre o Calvário Jesus Cristo se imola para a redenção da humanidade, se faz Ele próprio nossa Páscoa e se torna o verdadeiro Cordeiro de Deus que tira todos os pecados do mundo.
A besta traz sobre a cabeça dois chifres semelhantes aos de um cordeiro.
Ao símbolo do sacrifício está intimamente unido o do sacerdócio: os dois chifres.
Um chapéu com dois chifres era usado pelo Sumo Sacerdote no Velho Testamento.
A mitra—com dois chifres—usam os bispos na Igreja, para indicar a plenitude de seu Sacerdócio.
A besta negra, semelhante a uma pantera, indica a maçonaria; a besta com dois chifres, semelhante a um cordeiro, indica a maçonaria infiltrada no interior da Igreja, isto é, a maçonaria eclesiástica, que se difundiu,sobretudo, entre os membros da hierarquia.

Esta infiltração maçónica, no interior da igreja, já vos foi predita por mim em Fátima, quando vos anunciei que satanás se introduziria até o vértice da Igreja.
Se o objectivo da maçonaria é de conduzir as almas à perdição, levando-as ao culto de falsas divindades, o objectivo da maçonaria eclesiástica é, por outro lado, de destruir Cristo e sua Igreja, construindo um novo ídolo, isto é, um falso Cristo e uma falsa Igreja.
—Jesus Cristo é o Filho de Deus vivo, é o Verbo encarnado, é verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, porque une na sua pessoa divina a natureza humana e a natureza divina.
Jesus, no Evangelho, deu de si próprio a sua definição mais completa, dizendo ser a Verdade, o Caminho e a Vida.
Jesus é a Verdade porque nos revela o Pai, nos diz a Sua Palavra definitiva, leva toda a divina Revelação ao seu perfeito cumprimento.
Jesus é a Vida porque nos dá a própria vida divina, com a graça por Ele merecida com a Redenção, e institui os Sacramentos como meios eficazes que comunicam a graça.
Jesus é o Caminho, que conduz ao Pai, por meio do Evangelho, que nos deu, como caminho a percorrer, para chegar à salvação.
Jesus é verdade, porque é Ele—Palavra viva— fonte e sinete de toda a divina revelação.
Então, a maçonaria eclesiástica age para obscurecer a Sua divina Palavra,por meio de interpretações naturais e racionais e, na tentativa de torná-la mais compreensiva e acolhida, a esvazia de todo seu conteúdo sobrenatural.

Assim se difundem os erros, em todas as partes da própria Igreja Católica.
Por causa da difusão destes erros, hoje muitos se afastam da verdadeira fé, realizando-se a profecia que Eu vos fiz em Fátima:—- Virão tempos em que muitos perderão a verdadeira fé.—-A perda da fé é apostasia.
Jesus é vida porque dá a Graça.
O objectivo da maçonaria eclesiástica é o de justificar o pecado, de apresentá-lo não mais como um mal, mas como um valor e um bem.
Assim se aconselha a cometê-lo, como um modo de satisfazer as exigências da própria natureza, destruindo a raiz da qual pode nascer o arrependimento e se diz que não é mais necessário confessá-lo.
Fruto pernicioso deste maldito câncer, que se difundiu em toda a igreja, é o desaparecimento da confissão individual em toda a parte.
As almas são levadas a viver no pecado, recusando o dom da Vida, que Jesus nos ofertou.
Jesus é Caminho, que conduz ao Pai, por meio do Evangelho.
A maçonaria eclesiástica favorece as explicações, que dão dele interpretações racionalista e naturais, por meio da aplicação dos vários géneros literários, e assim, o Evangelho é dilacerado em todas suas partes.
Chega-se, finalmente, a negar a realidade histórica dos milagres e da ressurreição e se põe em dúvida a própria divindade de Jesus e a sua missão salvadora.

—Depois de ter destruído o Cristo histórico, a besta com dois chifres semelhante a um cordeiro procura destruir o Cristo místico que é a Igreja.
A Igreja instituída por Cristo é uma só: é a Igreja santa Católica, apostólica, una, fundada sobre Pedro.
Como Jesus, também a Igreja fundada por Ele, que forma o seu corpo místico, é verdade, vida e caminho.
A Igreja é verdade, porque só a Ela Jesus confiou à guarda, na sua integridade, todo o depósito da fé. Confiou-o à Igreja Hierárquica, isto é, ao Papa e aos Bispos unidos a Ele.
A maçonaria eclesiástica procura destruir esta realidade com o falso ecumenismo, que leva à aceitação de todas as Igrejas Cristãs, afirmando que cada uma delas possui uma parte da verdade.
Ela cultiva o projecto de fundar uma Igreja Ecuménica Universal, formada pela fusão de todos os credos cristãos, entre os quais a Igreja Católica.

A Igreja é a vida porque dá a Graça e só ela possui os meios eficazes da graça, que são os sete sacramentos.
É vida, especialmente porque só a Ela foi dado o poder de gerar a Eucaristia, por meio do Sacerdócio ministerial e hierárquico.
Na Eucaristia, Jesus Cristo está realmente presente com o seu Corpo glorioso e a sua divindade.
Então a maçonaria eclesiástica, de tantas e enganosas maneiras, procura atacar a piedade eclesial para com o Sacramento da Eucaristia. Desta desvaloriza só o aspecto da Ceia, tende a minimizar o seu valor de sacrifício, procura negar a presença real e pessoal de Jesus nas Hóstias consagradas.
Por isso, foram gradualmente suprimidos todos os sinais externos, que são indicativos da fé na presença real de Jesus na Eucaristia, como as genuflexões, as horas de adoração pública, o santo costume de circundar o tabernáculo com luzes e flores.
A Igreja é caminho porque conduz ao Pai, por meio do Filho, no Espírito Santo, sobre a estrada da perfeita unidade.
Como o Pai e o Filho são um, assim deveis ser uma só coisa entre vós.
Jesus quis que a sua Igreja seja sinal e instrumento da unidade de todo o género humano.
A Igreja consegue ser unida, porque foi fundada sobre a pedra angular da sua unidade: Pedro e o Papa que sucede ao carisma de Pedro.
Então, a maçonaria eclesiástica procura destruir o fundamento da unidade da Igreja, com o ataque traiçoeiro e insidioso ao Papa.
Ela urde as tramas da dissensão e da contestação ao Papa; sustenta e premia aqueles que o vilipendiam e lhe desobedecem; propaga as críticas e as oposições de Bispos e teólogos.
Desta maneira é demolido o próprio fundamento da sua unidade e assim a Igreja é cada vez mais  dilacerada e dividida.

Filhos predilectos, Eu vos convidei a vos  consagrardes ao meu Coração Imaculado e a entrardes neste meu materno refúgio, sobretudo para serdes preservados e defendidos contra esta terrível insídia.
Por isso, no ato de consagração do meu Movimento, Eu vos solicitei a renunciardes a qualquer aspiração de fazer carreira.
Assim podeis subtrair-vos à mais forte e perigosa insídia, usada pela maçonaria, para associar à sua seita secreta tantos dos meus filhos predilectos.
Eu vos levo a um grande amor a Jesus verdade, fazendo-vos corajosas testemunhas de fé; a Jesus vida, levando-vos a uma grande santidade; a Jesus caminho, pedindo-vos para serdes na vida somente evangelho vivido e anunciado á letra.
Depois, vos conduzo ao maior amor à Igreja.

Faço-vos amar a Igreja-verdade, fazendo-vos fortes anunciadores de toda as verdades da fé católica, enquanto vos opondes, com força e coragem, a todos os erros.
Torno-vos ministros da Igreja-vida, ajudando-vos a ser sacerdotes fiéis e santos. Estejais sempre disponíveis às necessidades das almas, prestando-vos com generosa abnegação, ao ministério da Reconciliação e sede chamas ardentes de amor e de zelo para com Jesus presente na Eucaristia.
Nas vossas Igrejas voltem-se a fazer com frequência as horas de adoração pública e reparação ao Santíssimo Sacramento do altar.
Transformo-vos em testemunhas da Igreja-caminho, e vos torno instrumentos preciosos da sua unidade. Para isso vos dei como segundo compromisso do meu Movimento, uma particular unidade ao Papa.

Por meio do vosso amor e da vossa fidelidade, o desígnio divino da perfeita unidade da Igreja voltará a resplandecer em todo o seu esplendor.
Assim à tenebrosa força que hoje exerce a maçonaria eclesiástica, para destruir Cristo e a sua Igreja, Eu oponho o forte esplendor do meu exército sacerdotal fiel, para que Cristo seja por todos amado, escutado e seguido, e a sua Igreja seja cada vez mais amada, defendida e santificada.
Nisto sobretudo, resplandece a vitória da Mulher vestida de sol e o meu Coração Imaculado obtém o seu mais luminoso triunfo.”

 

17 de Junho de 1989, Milão.

O NÚMERO DA BESTA

” Filhos predilectos, compreendei agora o plano da vossa Mãe Celeste, a Mulher vestida de sol, que combate, com o seu exército, na grande luta contra todas as forças do mal, para obter a sua vitória, na perfeita glorificação da Santíssima Trindade.
Combatei comigo, filhos pequeninos, contra o dragão, que procura levar toda a humanidade contra Deus.

Combatei comigo, filhos pequeninos, contra a besta negra, a maçonaria que quer conduzir as almas à perdição.
Combatei comigo, pequenos filhos, contra a besta semelhante a um cordeiro, a maçonaria infiltrada no interior da vida eclesiástica para destruir Cristo e sua Igreja.
Para alcançar este objectivo quer construir um novo ídolo, isto é, um falso Cristo e uma falsa Igreja.
—A maçonaria eclesiástica recebe ordens e poder das várias lojas maçónicas e trabalha para conduzir secretamente todos a fazer parte destas seitas secretas.
Assim impele os ambiciosos com a perspectiva de uma carreira fácil; enche de bens os sedentos por dinheiro, ajuda os seus membros a se projectarem e a ocuparem os postos mais importantes, enquanto marginaliza, de maneira traiçoeira, mas decidida, todos os que se recusam a participar do seu desígnio.
De fato, a besta semelhante a um cordeiro exerce todo o poder da primeira besta, em sua presença, e constringe a terra e os seus habitantes a adorar a primeira besta.

A maçonaria eclesiástica chega até mesmo a construir uma estátua em honra da besta e constringe todos a adorar esta estátua.
–Mas, segundo o primeiro mandamento da santa lei do Senhor, só a DEUS se deve adorar e só a Ele deve ser dada qualquer forma de culto.
Então se substitui DEUS por um ídolo, poderoso, forte, dominador, um ídolo tão poderoso que pode mandar matar todos os que não adoram a estátua da besta.
Um ídolo tão forte e dominador, que faz com que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos recebam uma marca sobre a mão direita e sobre a fronte, e que ninguém possa comprar ou vender sem que tenha tal marca, ou seja, o nome da besta ou o número de seu nome, este grande ídolo, construído para ser adorado e servido por todos, como já vos revelei na mensagem precedente, é um falso Cristo e uma falsa Igreja.

Mas, qual é o seu nome?

—No capitulo 13 do apocalipse está escrito: Aqui está a sabedoria. Quem tem inteligência calcule o número da besta: ele representa um nome de homem. E tal número é 666( seiscentos e sessenta e seis). — Com a inteligência, iluminada pela luz da divina Sabedoria, consegue-se decifrar no número 666 o nome de um homem e este nome, indicado por tal número, é o do anticristo.

Lúcifer, a antiga serpente, o diabo ou satanás, o dragão vermelho, torna-se, nestes últimos tempos, o anticristo.
Já o apostolo João afirmava que quem nega que Jesus Cristo é Deus, este é o anticristo.
A estátua ou ídolo, construído em honra da besta, para ser adorado por todos os homens é o anticristo.
Calculai agora o seu número 666, para compreender como  ele indica o nome de um homem.

O número 333 indica a divindade.
Lúcifer rebela-se contra Deus por soberba, porque quer colocar-se acima de Deus.
O 333 é o número que indica o mistério de Deus, aquele que quer se colocar acima de Deus leva o sinal de 666, portanto este indica o nome de Lúcifer, satanás, isto é, daquele que se coloca contra Cristo, do anticristo.
O 333 indica duas vezes, isto é, por 1, exprime o mistério da unidade de Deus.
O 333, indicado duas vezes, isto é, por 2, indica as duas naturezas, a divina e a humana, unidas na Pessoa divina de Jesus Cristo.
O 333 indicado três vezes, isto é, por 3, indica o mistério das três pessoas divinas, isto é, exprime o mistério da Santíssima Trindade.
Portanto, o número 333, expresso uma, duas e três vezes, exprime os mistérios principais da fé católica, que são: 1º:- a unidade e a Trindade de Deus; 2º- a encarnação, a paixão, a morte e a ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo.
Se o número 333 indica a Divindade, aquele que se quer colocar acima do próprio Deus é indicado pelo número 666.
O número 666, indica uma vez, isto é, por 1, exprime o ano 666.
Seiscentos e sessenta e seis.
Neste período histórico, o anticristo se manifesta através do fenómeno do Islã, que nega directamente o mistério da divina Trindade e a divindade de nosso Senhor Jesus Cristo.
O islamismo, com a sua força militar, se desencadeia por toda parte destruindo todas as antigas comunidades cristãs, invade a Europa e só por minha materna e extraordinária intercessão, solicitada fortemente pelo Santo Padre, não consegue destruir completamente a cristandade.
O 666 indicado duas vezes, isto é por 2, exprime o ano de 1332, mil trezentos e trinta e dois.
Neste período histórico, o anticristo se manifesta com um ataque radical à fé na Palavra de Deus.
Através dos filósofos, que começam a dar um valor exclusivo à ciência e depois à razão, tende-se gradualmente a construir como único critério de verdade somente a inteligência humana.

Nascem os grandes erros filosóficos, que continuam nos séculos até os vossos dias.
A importância exagerada dada à razão, como critério exclusivo de verdade, leva necessariamente à destruição da fé na Palavra de Deus.
De facto, com a reforma protestante, se rejeita a Tradição como fonte da divina Revelação, e se aceita somente a Sagrada Escritura.
Mas, também esta deve ser interpretada por meio da razão, e se rejeita obstinadamente o Magistério autêntico da Igreja hierárquica,à qual Cristo confiou a guarda do depósito da fé.
Cada um é livre de ler e para compreender a Sagrada Escritura, segundo a sua interpretação pessoal.
Desta maneira é destruída a fé na Palavra de Deus.
Obra do anticristo, neste período histórico, é a divisão da Igreja, a conseguente formação de novas e numerosas confissões cristãs, que são gradualmente impelidas a uma perda cada vez mais extensa da verdadeira fé na Palavra de Deus.
O número 666 indicado três vezes, isto é, por 3, exprime o ano de 1998, mil novecentos e noventa e oito.
Neste período histórico, a maçonaria, ajudada pela maçonaria eclesiástica, conseguirá o seu grande intento: construir um ídolo para colocar no lugar de Cristo e da sua Igreja.
Um falso Cristo e uma falsa Igreja. Portanto, a estátua construída em honra da primeira besta, para ser adorada por todos os habitantes da terra e que assinalará com sua marca todos aqueles que queiram comprar ou vender, é a do anticristo.
Chegastes assim ao vértice da purificação, da grande tribulação e da apostasia.
A apostasia será então generalizada porque quase todos seguirão o falso Cristo e a falsa Igreja.
Então, será aberta a porta para o aparecimento do homem ou da própria pessoa do anticristo!
Eis, filhos predilectos, porque vos quis iluminar sobre as páginas do Apocalipse, que se referem aos tempos em que viveis.
Para preparar-vos comigo para a parte mais dolorosa e decisiva da grande luta que se está combatendo entre vossa Mãe Celeste e todas as forças do mal que se desencadearam.
Coragem! Sede fortes, minhas pequeninas crianças. A vós cabe a responsabilidade, nestes anos difíceis, de conservar-vos fiéis a Cristo e à sua Igreja, suportando hostilidades, lutas e perseguições. Mas, sois parte preciosa do pequeno rebanho, que tem a responsabilidade de combater e no fim vencer a força poderosa do anticristo.
A todos vos formo, vos defendo e vos abençoo”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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