Beata Alexandrina

Sem TítuloA 30 de Março de 1904, em Balazar, no Concelho de Póvoa de Varzim, Diocese de Braga, nasceu Alexandrina Maria da Costa. A sua vida foi sempre beneficiada com graças extraordinárias.

Da primeira comunhão feita aos sete anos, escreve ela: ”Fitei a Sagrada Hóstia que ia receber, de tal maneira que me ficou gravada na alma, parecendo-me unir-me a Jesus para nunca mais me separar d’Ele”. Na Confirmação: ” Não sei o que senti; pareceu-me ser graça sobrenatural que me transformou e me uniu cada vez mais a Nosso Senhor”.
Aos 14 anos, perante um ataque à sua virgindade, estando em casa, ”saltei pela janela que estava aberta. Sofri um grande abalo, porque a janela distava do chão quase quatro metros. Quis levantar-me, mas não pude”.
Durante 13 anos e sete meses, até à morte, a 13-10-1955, viveu em jejum absoluto, rigorosamente comprovado, sem nada comer nem beber. O seu único alimento era a Comunhão.

Toda a sua existência foi de extraordinária e total imolação.
Em 1954, disse-lhe Jesus: ”Coloquei-te no mundo para que vivas só para Mim e para provar ao mundo o que vale a Eucaristia e a vida das almas…
A missão que te confio são os meus sacrários e pecadores”.
A 4 de Julho de 1940, quase no princípio da II Guerra Mundial, o Senhor, atendendo aos seus pedidos, disse-lhe:” O Santo Padre será poupado, mas a sua alma será vítima”.
Tambem lhe pediu que Portugual não fosse atingido pelo flagelo. Jesus respondeu-lhe: ”Portugual será salvo. Mas ai dele se não corresponde a tão grande graça!”.
Por seu intermédio, transmitido pelos diretores espirituais, chegou a Roma o pedido insistente para que o mundo inteiro(não só a Rússia) fosse consagrado ao Coração Imaculado de Maria. Essa graça foi atendida, quando Pio XII, o” Papa do coração de oiro” como o apelidou o Senhor, a 31 de Outubro de 1942, consagrou o mundo inteiro ao Coração de Maria.

A Alexandrina, depois de ter recebido os sacramentos da Confissão, Santa Unção e Eucaristia, na presença de dois sacerdotes e várias pessoas, terminou a sua vida de imolação a 13 de Outubro de 1955.
As suas palavras foram: ”Sou feliz; vou para o Céu”.

Oração:
Ó Jesus, que Vos deleitais com as almas simples e humildes, tantas vezes ignoradas, esquecidas ou desprezadas pelos homens, exaltai a Vossa serva Alexandrina, que sempre desejou viver escondida do mundo e alheia às suas grandezas e louvores.
Revesti-a com a auréola imortal da glória e escutai as súplicas que, por intermédio Vos dirigimos. Concedei-nos particularmente a graça que desejamos, se for para Vossa honra, glorificação do Imaculado Coração de Maria e salvação dos pecadores, pelos quais tão generosamente se imolou esta vossa tão dedicada filha. Assim seja.
(Com aprovação eclesiástica).

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